A Fonte Tekst
Legiao Urbana
Album: O Descobrimento Do Brasil
O ha? de errado comigo?
Na?o consigo encontrar abrigo
Meu paa?s a campo inimigo
E voca finge que va mas na?o va.
Lave suas ma?o que a a? sua porta que ira?o bater
Mas antes voca vera? seus pequenos filhos
Trazendo novidades.
Quantas crianas foram mortas esta vez?
Na?o faa com os outros o que voca na?o quer
Que seja feito com voca
Voca finge na?o ver
E isso da? cancer.
Na?o sei mais do que sou capaz
Esperana, teu lensois tem cheiro de doena
E veja que da fonte
Sou os quilometros adiante.
Celebro todo dia
Minha vida e meus amigos
Eu acredito em mim
E continuo limpo.
Voca acha que sabe
Mas voca na?o va que a maldade a prejua?zo
O que ha? de errado comigo?
Eu na?o sei nada e continuo limpo.
Do lado do cipreste branco
a? esqueda da entrada so inverno
Esta? a fonte do esquecimento:
Vou mais alam, na?o bebo desta a?gua.
Chego ao lago da mema?ria
Que tem a?gua pura e fresca
E digo aos guardia?es da entrarda:
- Sou filho da Terra e do Cau.
Dai-me de beber, que tenho uma sede sem fim
Olhe nos meus olhos, sou o Homem-Tocha
Me tira essa vergonha
Me liberta dessa culpa
Me arranca esse a?dio
Me livra desse medo.
Olhe nos meus olhos, sou o Homem-Tocha
E esta a uma cana?o de Amor,
Esta a uma cana?o de Amor,
Esta a uma cana?o de Amor.
ma?sica: Dado Villa-Lobos, Renato Russo, Marcelo Bonfa?
letra: Renato Russo
Na?o consigo encontrar abrigo
Meu paa?s a campo inimigo
E voca finge que va mas na?o va.
Lave suas ma?o que a a? sua porta que ira?o bater
Mas antes voca vera? seus pequenos filhos
Trazendo novidades.
Quantas crianas foram mortas esta vez?
Na?o faa com os outros o que voca na?o quer
Que seja feito com voca
Voca finge na?o ver
E isso da? cancer.
Na?o sei mais do que sou capaz
Esperana, teu lensois tem cheiro de doena
E veja que da fonte
Sou os quilometros adiante.
Celebro todo dia
Minha vida e meus amigos
Eu acredito em mim
E continuo limpo.
Voca acha que sabe
Mas voca na?o va que a maldade a prejua?zo
O que ha? de errado comigo?
Eu na?o sei nada e continuo limpo.
Do lado do cipreste branco
a? esqueda da entrada so inverno
Esta? a fonte do esquecimento:
Vou mais alam, na?o bebo desta a?gua.
Chego ao lago da mema?ria
Que tem a?gua pura e fresca
E digo aos guardia?es da entrarda:
- Sou filho da Terra e do Cau.
Dai-me de beber, que tenho uma sede sem fim
Olhe nos meus olhos, sou o Homem-Tocha
Me tira essa vergonha
Me liberta dessa culpa
Me arranca esse a?dio
Me livra desse medo.
Olhe nos meus olhos, sou o Homem-Tocha
E esta a uma cana?o de Amor,
Esta a uma cana?o de Amor,
Esta a uma cana?o de Amor.
ma?sica: Dado Villa-Lobos, Renato Russo, Marcelo Bonfa?
letra: Renato Russo